“Leilão Solidário” com saldo positivo

O “Leilão Solidário”, promovido esta tarde pela Casa do Voluntário da Madeira (CVM), rendeu cerca de 1500 euros.

A referida sessão foi o culminar da exposição “Voluntariado em Festa”, que esteve patente no Centro Comercial Dolce Vita entre 24 de Novembro e 11 de Dezembro.

Ao todo estiveram em leilão 21 peças de vários artistas madeirenses, onde se incluem, por exemplo, uma peça decorativa de Nini Andrade (oferecida à Casa São João de Deus), uma tela da autoria de Fernando Lanhas (a favor da Fundação da Luta Contra a Sida), peças originais de bijuteria doadas por Karla Vieira à Cáritas, uma tela de Maria Freitas (a favor da Associação Protetora dos Pobres) e uma tela de Eduardo de Freitas (para a Equipa de Rua de Câmara de Lobos).

Das 21 peças que estiveram em leilão foram licitadas 9, sendo que o quadro que teve maior licitação foi da artista plástica Helena Berenguer. Sendo intitulado de “Ilha”, o referido quadro foi vendido por 165 euros, valor que reverteu para a Casa de Saúde de São João de Deus e que será enviado para apoiar uma obra daquela instituição em Moçambique.

No final do leilão, que teve lugar na tarde de hoje, Pedro Telhado Pereira destacou que a iniciativa foi um sucesso. “Conseguimos licitar nove peças. Eram 21 no total e quase 50% foram vendidas, por isso acho que foi um sucesso para a altura de crise que estamos a atravessar”, realçou.

O presidente da CVM garantiu ainda que a iniciativa, realizada hoje pela primeira vez, irá ter continuidade nos próximos anos.  “Para o ano, o evento será divulgado internacionalmente, uma vez que já deu para perceber que muitas pessoas fazem as suas licitações pela internet”, apontou.

Pedro Telhado destacou, também, que o evento constituiu uma boa oportunidade para as várias instituições de solidariedade social divulgarem o seu trabalho junto do público.

O responsável pela CVM sublinhou, igualmente, que o leilão “fechou com chave de ouro” as atividades levadas a cabo no âmbito do Ano Europeu do Voluntariado.

Pedro Telhado frisou, ainda, que o número de voluntariados “cresceu significativamente” este ano, sobretudo junto do público mais jovem.

“Muita gente tem a ideia de que o número de voluntários aumentou devido ao crescimento do desemprego, mas há pessoas que continuam a ter os seus empregos e que se têm voluntariado. Esta crise também levou as pessoas a refletirem sobre a necessidade de ajudar o próximo”, concluiu o responsável pela CVM.

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