Adultos apostam na requalificação profissional

O Centro de Formação Profissional da Madeira (CFPM) está cada vez mais a ser procurado por adultos.

Decorreu ao final da tarde de hoje, no auditório da Direção Regional de Qualificação Profissional (DRQP), a cerimónia de entrega de 323 certificados e diplomas de Qualificação aos jovens e adultos que concluíram as ações de formação no Centro de Formação Profissional da Madeira (188 certificados e diplomas) e aos adultos que concluíram Processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), promovidos pelo Centro de Novas Oportunidades (135 diplomas) da DRQP.

Na ocasião, o secretário regional da Educação e Recursos Humanos destacou que as referidas modalidades de educação são “muito importantes” fazendo parte da estratégia do executivo madeirense para combater o abandono escolar e, por sua vez, promover o sucesso escolar. “Até os números, que são bastante expressivos, deixam-nos muito felizes e indicam que este é o caminho. Portanto, pretendemos continuar com esta estratégia”, realçou.

Jaime Freitas transmitiu, também, que na Região há várias escolas “empenhadas nas soluções” de Educação e Formação de Adultos, ao que se junta a componente dos Cursos de Novas Oportunidades (CNO).

O governante reiterou, também, que os CNO não estão em risco de desaparecer na Região. “Continuamos a achar que esta é uma estratégia de qualidade que deve ser defendida e prolongada no tempo. Por isso, não se põe aqui a questão de virem a ser fechados CNO”, assegurou.

Por sua vez, Sara Relvas frisou que tem havido uma mudança no tipo de pessoas que procuram o Centro de Formação Profissional da Madeira.

“O centro inicialmente era muito vocacionado para a formação dos jovens. Neste momento, já temos muitos adultos a frequentar formações no centro, seja formações de curta duração, seja mesmo cursos de Educação e Formação de Adultos”, salientou a diretora regional de Qualificação Profissional.

No entender daquela responsável, esta procura está diretamente relacionada com a atual conjuntura. “Muitos adultos sentem que é necessário frequentar cursos para requalificarem-se, quer os que estão a trabalhar quer os que estão desempregados”, concluiu.

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