Jaime Freitas pede mais diálogo entre patrões e trabalhadores

No Dia Mundial do Trabalhador, Jaime Freitas, diz que não se revê nas críticas dos sindicatos e apela à paz social.

O secretário regional da Educação e Recursos Humanos, Jaime Freitas, esteve presente, ao início da manhã, na cerimónia junto ao Monumento do Trabalhador Madeirense, na Avenida Sá Carneiro. O governante recusou comentar as críticas que lhe têm sido feitas por vários sindicatos de que ele está remetido ao silêncio e de ser um secretário ausente no que diz respeito a políticas que fomentam o emprego e de nada fazer pelos trabalhadores, nomeadamente, os que se encontram, atualmente, no desemprego. Contudo, afirmou que tem feito “todo o seu trabalho e tudo o que está na sua área de competências está a ser acompanhado, não estamos ausentes”.

Sobre a homenagem aos trabalhadores madeirenses Jaime Freitas salientou tratar-se de uma cerimónia simbólica que é dedicada a todos os trabalhadores madeirenses que estão no ativo e também para os que se encontram no desemprego.

“Temos consciência que atualmente muitos trabalhadores recebem uma retribuição que não é a mais justa, mas é mais fruto das circunstâncias económicas e financeiras do que de uma relação de trabalho baseada em termos de justiça direta”, reconheceu.

O governante aproveitou a ocasião para pedir aos trabalhadores e patrões que tentem, dentro da medida do possível enfrentar as dificuldades juntos, de forma, a que a paz social se mantenha na Madeira.

Jaime Freitas está convicto que é através do diálogo que as relações na área do trabalho podem chegar ao entendimento entre as partes, os representantes das entidades patronais e os trabalhadores e o objetivo do Governo Regional é “promover esse diálogo, esse entendimentos e criar condições para que sejam atingidos níveis de entendimentos mínimos”, concluiu.

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