Machico ‘regressa’ ao passado

A cidade de Machico recebe nos dias 8, 9 e 10 de junho a VIIª edição do Mercado Quinhentista.

Neste evento, organizado pela Escola Básica e Secundária de Machico, em parceria com a Câmara Municipal, é recriada “uma verdadeira viagem pela História”.

Tendo como tema central as “Expedições Marítimas em busca de Preste João”, o evento tem como pontos altos: o “Cortejo da retirada de homens bons rumo à Abissínia” (8 junho – 21h00); o Cortejo do regresso da expedição em demanda de Preste João (9 junho – 17h00); Uma Missa em Latim na Igreja Matriz ((9 junho – 19h00); e a Ceia Quinhentista (9 junho – 20h30).

Para além disso, o Mercado Quinhentista de Machico conta com muita animação, onde não faltará a dança, a música, os saltimbancos e diversos jogos. Para o efeito, a Escola Básica e Secundária de Machico participa nesta iniciativa com cerca de 500 figurantes, ao que se juntam mais 20 associações de Machico e outras seis do resto da Região.

“Este ano temos cerca de 20 grupos a atuar, temos o dobro da animação do ano passado. Estamos a falar de várias associações e grupos da Madeira que se enquadram no projeto e que foram convidados. O evento conta também com um grupo do exterior chamado ‘Companhia Livre, os Gaitulia e a Associações Flores de Maio”, destacou o presidente da Comissão Organizadora, Ricardo Caldeira, hoje durante a apresentação do Mercado Quinhentista.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Machico destacou que o evento já se se tornou num importante cartaz turístico da Região. “Temos notado que, de ano para ano, esta iniciativa tem melhorado, quer em termos de quantidade, quer em termos de qualidade, envolvendo todas as instituições do concelho”, frisou.

António Olim salientou, ainda, que o Mercado Quinhentista constitui também um bom veículo para o desenvolvimento económico do concelho, uma vez que traz a Machico diversos visitantes.

O autarca referiu, também, que o orçamento deste ano teve um corte de cerca de 50% em relação à edição de 2011, que se cifrou nos 50 mil euros.

No entanto, António Olim garantiu que a referida redução não terá reflexos na qualidade do evento, uma vez que consistiu na diminuição da intervenção de grupos vindos do exterior da Região. “Vamos fazer um evento praticamente com a prata da casa”, sublinhou.

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