Albuquerque promete governo de esperança

O XII Governo Regional tomou posse esta tarde, sendo que Miguel Albuquerque é o terceiro presidente da história da autonomia regional.

fotografia 1fotografia 2Decorreu esta tarde, no salão nobre da Assembleia Legislativa da Madeira, a tomada de posse do XII Governo Regional da Madeira. O novo executivo é liderado pelo social-democrata Miguel Albuquerque, que sucede a Alberto João Jardim, o qual exerceu o cargo desde 1978.

Para além da Presidência, o XII Governo Regional da Madeira é composto por oito secretarias regionais, nomeadamente: Assuntos Parlamentares e Europeus (Sérgio Marques); Finanças e Administração Pública (Rui Gonçalves); Inclusão e Assuntos Sociais (Rubina Leal); Economia, Turismo e Cultura (Eduardo Jesus); Educação (Jorge Carvalho); Ambiente e Recursos Naturais (Susana Prada); Saúde (Manuel Brito); e Agricultura e Pescas (Humberto Vasconcelos).

Usando da palavra, o novo presidente do Governo Regional prometeu que o seu mandato terá como prioridade a vertente social, garantindo que o seu governo será “imune” aos interesses. “Aqui na nossa terra, sem complexos, o nosso governo não deixará de intervir na correção das desigualdades e na construção diária da coesão social. Temos de apresentar uma esperança para o jovem desempregado, para a mãe de família angustiada, para o idoso que vive na precariedade e na solidão. A solução passa por políticas humanizantes e de inclusão que dignifiquem cada um dos nossos concidadãos e que os retirem do ciclo constrangedor da pobreza e da iniquidade”, vincou.

Miguel Albuquerque aproveitou para transmitir que estará, conjuntamente com os membros do seu governo, ao “serviço da nossa Região, do nosso povo e do nosso país determinados a ultrapassar e a vencer os desafios, mesmos os mais difíceis”.

Por sua vez, o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, defendeu que é importante existir o consenso político, garantindo que o parlamento irá “privilegiar o diálogo”, tendo em vista a encontrar consensos sobre as matérias parlamentares.

“Estamos no início de uma das legislaturas mais importantes para o futuro da Autonomia. Existem imensos desafios e condicionalismos adversos que precisamos de ultrapassar, esperanças e sonhos que não temos o direito de defraudar. Por isso, não podemos falhar”, frisou Tranquada Gomes.

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