OMS confirma surto de Malária em Cabo Verde

Em agosto de 2017, a Organização Mundial da Saúde confirmou a ocorrência de um surto de Malária por Plasmodium falciparum na cidade da Praia, Ilha de Santiago (Cabo Verde).

A Direção-Geral da Saúde aconselha aos viajantes com destino a Cabo Verde: A marcação de Consulta do Viajante ou com o Médico Assistente, pelo menos 4 semanas antes da partida; A adoção das seguintes medidas de proteção individual contra a picada de mosquitos:

– Aplicar repelentes em adultos e crianças, ao longo do dia, de acordo com as instruções do fabricante e tendo em conta a duração do efeito repelente. Se utilizar protetor solar juntamente com repelente, deverá aplicar primeiro o protetor solar e depois o repelente;

– Proteger as crianças em carrinhos de bebé e berços com redes mosquiteiras;

– Optar por alojamento com ar condicionado ou, em alternativa, utilizar redes mosquiteiras nas camas;

– Utilizar vestuário preferencialmente largo, de cores claras, fibras naturais e que diminua a exposição corporal à picada dos mosquitos (camisas de manga comprida, calças e calçado fechado).

Para além das medidas acima descritas, a Direção-Geral da Saúde recomenda, ainda, que os viajantes com destino à Ilha de Santiago, cidade da Praia, façam quimioprofilaxia para a malária, de acordo com as indicações do médico.

As grávidas devem evitar viajar para a Ilha de Santiago, cidade da Praia. Se a viagem for inadiável, deverão recorrer à Consulta do Viajante ou ao médico assistente. Os viajantes que regressem de Cabo Verde e apresentem sintomas sugestivos de infeção por malária (febre, calafrios, dores de cabeça, dores musculares e mal-estar), até 6 meses após o regresso, devem contactar o SNS 24 (808 24 24 24) ou consultar o médico assistente, logo que possível, referindo a viagem.

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