Bem-te-quero e malmequeres

Poderia esta crónica estar desactualizada ou descontextualizada no tempo por vir falar sobre algo que aconteceu há uma semana. Mas não está. E se não está é porque o tema é actual e encarregar-se-á de provocar as devidas réplicas em futuros que se antecipam e desejam.
Escrevo sobre o espectáculo com que tive oportunidade de me deliciar recentemente no Casino da Madeira e que foi levado a cabo pela Orquestra de Salão Imperatriz Sissi.
O espectáculo anunciava-se com “Singin’ in the rain” e arrastava nomes como Duarte Santos, Maria Ferreira, Tânia Fernandes e Aimée Mendonça enquanto solistas. E onze músicos de mão cheia que sabem muito bem o que fazer com os seus instrumentos.
E ainda trazia a reboque dançarinos de duas escolas de dança de referência da Madeira, a Prestige Dance e a Associação de Dança e Artes da Madeira.
Um espectáculo feito de Broadway e West End, e que ainda nos trouxe compositores e danças húngaras para dar o toque clássico sempre imprescindível em determinadas ocasiões.
Foi bonito de se ver, foi bonito de se ouvir e foi bonito de se sentir em cada detalhe e momento. E foi bonito perceber que a plateia estava praticamente cheia de gente entusiasta e sorridente.
Pergunta sacramental: porque é que não se organizam momentos destes com mais frequência???
António Cruz escreve de acordo com a antiga ortografia
 
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