Direito à greve não poder ser policiado

O SJ  advertiu os jornalistas para o facto de o direito à greve não poder ser policiado.

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) advertiu, ontem em comunicado, os profissionais da comunicação social para o facto de o direito à greve não poder ser policiado, pelo que constitui uma “pressão inaceitável e um ato ilegítimo de condicionamento da liberdade dos trabalhadores qualquer tentativa para saber quem vai aderir à greve geral de 24 de Novembro”.

O alerta do SJ consta de um comunicado divulgado ao final da tarde de ontem, vindo na sequência de “jornalistas e outros trabalhadores de empresas jornalísticas” estarem a ser “interpelados para que informem previamente as respectivas hierarquias, e mesmo os serviços de recursos humanos, sobre a eventual adesão à greve geral”.

No referido documento, o SJ apela aos “jornalistas diretores, chefes de redação, editores e outros responsáveis editoriais para que se abstenham” de qualquer ação que vise obter informações sobre as intenções dos jornalistas em relação àquela jornada de protesto.

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O Sindicato dos Jornalistas (SJ) adverte os jornalistas para o facto de o direito à greve não poder ser policiad

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