CDS defende criação de agência de investimento

CDS sugere criação de agência de captação de investimento externo para ajudar a combater a austeridade que aí vem.

O CDS/Madeira apresentou esta manhã, em conferência de imprensa, um conjunto de propostas que permitem dinamizar a economia regional e esbater os efeitos da austeridade anunciada na passada terça-feira pelo Governo Regional. Neste sentido, os democratas-cristãos sugerem o Estado deve reabrir imediatamente as negociações com a União Europeia para um regime fiscal mais favorável para o Centro Internacional de Negócios que permita a atracção de empresas e a competitividade da Zona Franca da Madeira.

O líder regional do PP defendeu que a Região deve “criar uma agência de captação de investimento externo dirigindo especial atenção para o capital das nossas comunidades emigrantes”. Para além disso, o Governo Regional deve criar um Plano Estratégico para o Turismo que “requalifique o destino, a oferta hoteleira e aposte mais na promoção”, frisou José Manuel Rodrigues.

Os centristas consideram que é fundamental que o executivo regional lance um programa de recuperação dos sectores produtivos, agricultura, pecuária, pescas, comércio, indústrias transformadoras para aumentar a produção para o mercado interno e apostar no crescimento das exportações.

Os deputados eleitos pelo CDS/Madeira sugerem ainda que o Estado e a Região devem negociar com a União Europeia um programa de apoio específico para as Regiões Ultra-periféricas, como a Madeira, a fim de cobrir os sobrecustos de transporte e os custos e constrangimentos derivados da insularidade.

Por fim, José Manuel Rodrigues, referiu que é prioritário “a criação de um plano de emergência social que permita atender às necessidades dos cidadãos e famílias mais carenciadas e aos novos pobres que, inevitavelmente, surgirão devido à austeridade”, salientou acrescentando que o plano de ajuda financeira à Madeira não pode cingir-se “a um plano de equilíbrio das contas públicas e de consolidação orçamental descurando a economia e a recuperação dos sectores produtivos e o emprego”.

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