4 milhões de mortes neonatais por ano

Por ano, ocorrem em todo o mundo cerca de 4 milhões de mortes neonatais, representando cerca de 450 mortes em cada hora.

“A prematuridade é assim a causa isolada mais associada à morbilidade e mortalidade, quer em países desenvolvidos quer em países em vias de desenvolvimento”, frisou Ana Clara Silva.

A vice-presidente do IA Saúde salientou, também, que na Europa a taxa de prevalência da prematuridade varia entre 5,5 e 11,4% com uma média de 7,4% no total de natos vivos. “Em Portugal, em 2009, a proporção de nascimentos pré-termo foi de 8,7%, enquanto que na Região o valor registado nesse mesmo ano foi de 6,3%. Um valor não só inferior  ao registado em Portugal, mas igualmente inferior à média europeia”, destacou.

No entanto, a responsável pelo IA Saúde apontou que um pouco por todo o mundo a prematuridade tem crescido. “Nos últimos cinco anos em Portugal registou-se uma variação positiva de 27,9%. Uma vez mais a Madeira registou um valor inferior, pois a variação nesse mesmo período de tempo (cinco anos) foi de 14,5%”, realçou.

Ana Clara Silva falava esta manhã, em representação do secretário regional dos Assuntos Sociais, na cerimónia de abertura das 1.ªs Jornadas de Enfermagem em Cuidados Intensivos Neonatais e Pediátricos da RAM, as quais têm como tema central “Gerir Competências para Melhor Cuidar”.

Na ocasião, a vice-presidente do IA Saúde transmitiu ainda que a Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do SESARAM tem sido fulcral para a diminuição de mortes.

“Os sofisticados equipamentos de suporte de vida neonatais e a elevada qualificação  e diferenciação dos profissionais permitem hoje a sobrevivência de recém nascidos cada vez mais prematuros e em situação de desequilibro nas funções vitais”, observou Ana Clara, acrescentando que a Região tem a taxa de mortalidade neonatal mais baixa do país.

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