Bem-te-quero e malmequeres

Tu, mulher-poema,
em cujos olhos perco o sossego
dos meus sentidos,
em cujo sorriso encontro a poesia
do meu escrever.
Tu, que me fazes percorrer os
lugares do desejo
quando o meu olhar desagua
no teu corpo.
Tu, que me fazes sentir novos sentidos
quando as tuas mãos percorrem
os segredos da minha pele,
quando as tuas palavras se entranham
nos meus momentos,
quando os teus silêncios repousam nos
meus gemidos.
Tu, mulher-poema, quando a tua boca
descansa na minha,
e o teu corpo se cansa no meu.
Tu e eu, versos de uma mesma estrofe.

 

António Cruz escreve de acordo com a antiga ortografia

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”]

[fbshare type=”button”]

[twitter style=”vertical” float=”left”]

Pin It on Pinterest