Alfarrabistas regressaram ao Mercado dos Lavradores

Decorreu durante o dia de hoje, no Mercado dos Lavradores, mais uma edição da Feira Alfarrabista.

A ocasião constituiu “uma excelente oportunidade” para a aquisição de livros, revistas e postais antigos.

“Trouxe hoje postais antigos da Madeira, postais de barcos e algumas gravuras da Madeira do século XIX e princípio do século XX. A publicação mais antiga que tenho aqui é sobre o Palácio de São Lourenço, que data de 1950”, apontou Jorge Trindade.

Segundo aquele alfarrabista, são os colecionadores que mais procuram este tipo de feira, referindo que esta iniciativa da Câmara Municipal do Funchal é muito importante, pois permite que as pessoas adquiram “algumas preciosidades”.

Jorge Trindade transmitiu, ainda, que na Madeira não é fácil encontrar-se publicações antigas. “Encontramos mais publicações antigas no continente português e em Londres, por exemplo”, observou.

Num espaço mais ao lado, encontramos Fátima Mendonça. “Estou aqui a fazer voluntariado por parte da AMI. Tenho aqui livros que as pessoas doam à AMI e, por sua vez, são vendidos a preços irrisórios, sendo que o dinheiro reverte a favor das pessoas carenciadas”, descreveu.

Percorrendo mais uns metros, encontramos São Castro, uma alfarrabista que apenas vende publicações sobre a Madeira. “O livro mais antigo que tenho aqui data de 1869. A publicação mais cara é a ‘Maria Lamas’, que custa cerca de 200 euros”, observou.

Refira-se que a Feira Alfarrabista realiza-se no Mercado dos Lavradores na última quinta-feira de cada mês,  tendo como objetivo dinamizar aquele espaço nobre da cidade do Funchal.

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