Austeridade preocupa Igreja

O Bispo do Funchal alerta aos governantes para que tenham sentido humanista.

D. António Carrilho está preocupado com as medidas de austeridade, pois teme que as mesmas tenham ainda mais consequências negativas para as pessoas carenciadas.

“Perante as medidas de austeridade já conhecidas e apontadas como resposta necessária para enfrentar a divida existente, a Igreja olha o presente e o nosso futuro, sobretudo das pessoa mais carenciadas, com grande preocupação e apreensão, pois são ainda imprevisíveis todas as consequências sociais”, apontou o Bispo da Diocese do Funchal.

Esta manhã na homilia da Missa do Ano Novo, que teve lugar na Sé do Funchal, D. António Carrilho apelou também aos governantes para que tenham sentido humanista, no intuito de haver justiça e equidade social.

“A governação não pode deixar de olhar as pessoas e as famílias na sua dignidade e decidir com exigência e coração na defesa do bem comum”, concluiu o Bispo.

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