Indicador de confiança dos consumidores aumenta

Clima económico mantém-se estável.

 O indicador de confiança dos Consumidores aumentou ligeiramente em outubro, atingindo o valor mais elevado desde maio de 2002 e prolongando a acentuada tendência ascendente observada desde o início de 2013.

euroO indicador de clima económico estabilizou pelo segundo mês consecutivo no valor máximo desde julho de 2008, suspendendo o perfil crescente iniciado em janeiro de 2013. Em outubro, o indicador de confiança aumentou na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e no Comércio e diminuiu nos Serviços.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, a recuperação do indicador de confiança dos Consumidores nos últimos dois meses deveu-se ao contributo positivo das expetativas sobre a evolução da situação financeira do agregado familiar e da situação económica do país e, em menor grau, das perspetivas de evolução da poupança, enquanto as expetativas relativas à evolução do desemprego contribuíram negativamente.

O indicador de confiança da Indústria Transformadora aumentou nos últimos quatro meses, embora de forma ténue em outubro, fixando o máximo desde agosto de 2008. A evolução do indicador no mês de referência resultou do contributo positivo das opiniões sobre a procura global e das perspetivas de produção, sobretudo no segundo caso, uma vez que as apreciações sobre a evolução dos stocks de produtos acabados contribuíram negativamente. O indicador de confiança da Construção e Obras Públicas recuperou em outubro, devido o aumento do saldo das opiniões sobre a carteira de encomendas e das perspetivas de emprego, mais expressivo no primeiro caso. O indicador de confiança do Comércio aumentou ligeiramente no mês de referência, refletindo o contributo positivo das perspetivas de atividade e das apreciações sobre o volume de vendas, mais significativo no primeiro caso, tendo as opiniões sobre o volume de stocks contribuído negativamente. O indicador de confiança dos Serviços diminuiu nos últimos dois meses, devido ao agravamento das apreciações sobre a evolução da carteira de encomendas e sobre a atividade da empresa, uma vez que as perspetivas de evolução da procura recuperaram.

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