Portugal regista 4,3 médicas/os por 1 000 habitantes

Em 2013, a Madeira (3,0) era uma das regiões onde se registava o menor número de médicas/os por habitante, diz o INE.

medicoO INE divulgou os Anuários Estatísticos Regionais, que constituem a publicação de referência na disponibilização de informação estatística à escala regional e municipal, de apoio à leitura de trajetórias regionais de desenvolvimento e ao estudo de problemáticas de base territorial.

Os dados mostram, por exemplo, que em 2013 existiam, em Portugal, cerca de 4,3 médicas/os por 1 000 habitantes. Este indicador apresentava valores mais elevados nos municípios das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto – destacando-se Lisboa (16,9), Oeiras (9,1), Porto (19,7) e Matosinhos (7,9) –, bem como em municípios capitais de distrito – evidenciando-se Coimbra (28,7) e Faro (9,0).

O Alentejo (2,4), a Região Autónoma dos Açores (2,6) e a Região Autónoma da Madeira (3,0) eram as regiões onde se registava o menor número de médicas/os por habitante, não obstante os municípios capitais de distrito da região Alentejo apresentarem valores acima da média nacional para este indicador – Évora (7,1), Beja e Portalegre (ambos com 4,9) –, bem como os municípios do Funchal (5,5) e de Ponta Delgada (4,7), na Região Autónoma da Madeira e na Região Autónoma dos Açores, respetivamente.

O INE refere ainda que, em 2012, realizaram-se em Portugal cerca de 7,8 milhões atendimentos em serviços de urgência dos hospitais oficiais públicos e dos centros de saúde. Na região Norte este valor atingia aproximadamente 2,5 milhões atendimentos e nas regiões Centro e Lisboa situava-se próximo dos 2 milhões de atendimentos em serviços de urgência.

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