Portugueses vão gastar mais dinheiro no Natal

Em média vão gastar 183 euros nas compras de Natal.

12Cerca de 183 euros é quanto os consumidores portugueses contam gastar, em média, nas compras de Natal, depois de em 2013 terem reduzido significativamente as suas despesas. Comparativamente ao ano passado, em que gastaram cerca de 114 euros, houve agora um aumento de 61%. Esta é uma das principais conclusões do mais recente estudo Observador Cetelem, que analisou as intenções de consumo para o Natal.

Em 2013, 50% dos portugueses tinham a intenção de gastar menos face ao ano anterior, percentagem que desceu agora para os 15%. Este ano, a maioria dos inquiridos (71%) perceciona gastar o mesmo em presentes de Natal que no ano passado e 5% dos consumidores admitem mesmo gastar mais.

O estudo revela ainda que os portugueses que mais tencionam baixar os gastos comparativamente ao ano anterior situam-se na faixa etária dos 25 aos 34 anos (17%), enquanto que, os que prevêem gastar mais têm entre 35 e 44 anos (7%). Na análise por regiões, o Porto surge como a região com mais intenções de reduzir os gastos com o Natal (25%), seguido de muito perto por Lisboa (24%). Já a região Sul é aquela que apresenta mais intenções de aumentar as despesas (14%).

Apesar de ter aumentado o valor total a gastar, o valor de cada presente diminuiu ligeiramente. O preço do presente mais barato passou dos 19 euros para os 16 euros, enquanto o do presente mais caro desceu dos 34 euros para os 33 euros. Já o gasto médio por pessoa situa-se agora nos 37 euros, acima do que se registou em 2013, altura em que estava nos 29 euros.

«Comparativamente a 2013, ano em que os portugueses reduziram significativamente os gastos com as compras de Natal, os consumidores mostram-se agora mais otimistas. Os portugueses vão ser mais generosos neste Natal, sinal de que a confiança dos consumidores pode finalmente estar a recuperar», afirma Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.  

Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro de 2014. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

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