Casas do Povo são chamadas aos sacrifícios

Manuel António Correia não adiantou o orçamento previsto para as Casas do Povo, mas são certos os cortes.

O secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais esteve, hoje à tarde, na cerimónia de entrega de certificados nas casas do povo da Tabua e da Ponta do Sol. Manuel António Correia voltou a destacar o trabalho realizado por estas entidades e pediu também um esforço redobrado dada a actual situação económica.

“As Casas do Povo assumem, sobretudo agora, um papel decisivo. É excelente o trabalho realizado pelas 40 instituições. Um trabalho voluntário, sem nenhuma contrapartida material, dos cerca de 500 dirigentes”.

A Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais tem notado, ao longo dos anos, uma maior adesão por parte da população. “O trabalho social não é um trabalho esmolástico. Trata-se de um trabalho de formação importante” que serve para o aumento das competências e pode ser utilizado posteriormente.

O governante não quis adiantar quais os cortes previstos para as Casas do Povo, mas é certa uma diminuição das verbas. “Obviamente que vai haver um ajustamento das ajudas, das responsabilidades do Governo Regional, mas todos temos de participar do esforço de contenção de despesa”.

Ainda assim, tal como tem vindo a acontecer, as pessoas são capazes de se adaptar às novas circunstãncias e contribuir, no geral, para a regularização económica e social que se pretende para a Região Autónoma da Madeira. “Os dirigentes saberão, com menos dinheiro, continuar a produzir”.

Hoje foram entregues cerca de 230 certificados. Para além dos cursos promovidos pela Secretaria Regional, as Casas do Povo, consoante as possibilidades orçamentais, requisitam formadores externos.

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