Coelho ‘condena’ Justiça portuguesa

Coelho acusa a Justiça portuguesa ‘de ser fascista’ e ‘protegida pelos grandes senhores do dinheiro’.

O Partido Trabalhista Português (PTP) realizou ao início da tarde de hoje, junto ao Tribunal de Santa Cruz, uma conferência de imprensa. A iniciativa teve como objetivo “dar a conhecer” a riqueza e os negócios da “família Coelho”.
Na ocasião, José Manuel Coelho criticou a falta de “liberdade de expressão” que existe na Madeira, referindo que tem diversos processos em tribunal.
Num desses processos, o deputado do PTP foi condenado a pagar a João Cunha e Silva uma indemnização de 6 mil euros, ao que acresceu mais 4 mil euros de custos judiciários. Em causa está o facto de Coelho ter acusado, “num jornal clandestino”, o vice-presidente do Governo Regional da prática de violência doméstica.
Por sua vez, “tive de pagar mais 6 mil euros à senhora juíza Joana Pereira Dias, por causa de um folheto que nem falava no nome dela. Como não tenho bens em meu nome – além dos meus animais – imediatamente procuraram penhorar parte do meu salário na assembleia como deputado”, apontou José Manuel Coelho.
Para além das citadas quantias, o deputado do PTP foi condenado a pagar 50 mil euros devido a um artigo que saiu no “Garajau”, o qual foi escrito por um antigo presidente do Sindicato de Jornalistas.   “Se chegasse até ao ano 2050 teria várias indemnizações para pagar aos ladrões do regime, só porque eles foram criticados pelo jornal ‘O Garajau’”, lamentou.
Na opinião, de José Manuel Coelho existe em Portugal “uma máquina fascista herdada do tempo de Salazar”, sendo que a Justiça existente no país “não é digna da nossa Constituição e do 25 de Abril de 74”.
“É uma justiça fascista, composta e capitaneada por fascistas, ligada à maçonaria e protegida pelos grandes senhores do dinheiro”, concluiu o dirigente trabalhista.

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