Cabeleireiros “à cunha”

A crise parece não ter chegado aos cabeleireiros pelo menos no último dia do ano.

Passagem de ano sem uma ida ao cabeleireiro, não é passagem de ano em especial para as senhoras. 2011 não será excepção mesmo com a conjuntura financeira adversa e com a austeridade prometida para 2012.

A tradição mantém-se e é comprovada por alguns dos cabeleireiros da Região, contactados pelo CidadeNet referindo que amanhã não têm mãos a medir para tantas marcações e clientes que decidem aparecer à última da hora.

É o caso do “Cabeleireiro Amadeu” no Funchal que tem as marcações esgotadas, “a procura está normal para o dia e se para além das nossas marcações tivermos clientes depois da 19h00 vamos atender, só fechamos a porta quando sair o último cliente”, garantiu  uma das proprietárias do cabeleireiro.

A situação repete-se no salão “Ely Cabeleireiros”, na Ribeira Brava, onde as cabeleireiras não têm mãos a medir para as marcações do último dia do ano.

“Estamos completamente lotadas recebemos ainda mais marcações do que em 2010 e vamos ter de trabalhar muito amanhã. A crise não chega pelo menos no último dia do ano”, frisou Ely Lopez, proprietária do salão.

Já, Marlene Jardim do “Cabeleireiro Jardim” também está muito satisfeita com as reservas para amanhã referindo que este ano vão começar a trabalhar mais cedo, às 7h00 da manhã, para assegurar os pedidos de todos os clientes.

“Por aqui está tudo a correr bem o dia de amanhã está cheio e esperamos superar o que fizemos no ano passado”, refere, acrescentando que neste dia as senhoras fazem sempre questão de ir ao cabeleireiro.

No “Cabeleireiro Judite” e no salão “Clara Cabeleireiros” à situação é semelhante estando as marcações “à cunha” tudo para o “réveillon de 2011”.

Os preços podem variar entre os 15 e os 80 euros dependendo do cabeleireiro e do penteado escolhido pelas clientes.

[twitter style=”vertical” float=”left”] [fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”] [fbshare type=”button”]


PUB