Austeridade “agride” o povo

A CDU considera que o povo tem direito “à legitima defesa” face à “agressão” do programa de ajustamento financeiro.

“O Governo Regional anunciou uma carta de rendição, que em si mesma é também uma carta de agressão ao povo e a todos aqueles que são trabalhadores por conta de outrem, bem como à própria economia e ao interesse da Região”, apontou o Edgar Silva, hoje em conferência de imprensa no Largo do Chafariz.

Assim, o deputado comunista considera que face “a esta agressão” os madeirenses “têm direito à legítima defesa”, defendendo os seus direitos.

Desta forma, a CDU vai lançar, a partir de Janeiro, uma campanha de informação e mobilização das pessoas “para o direito à legitima defesa”, no sentido destas “poderem resistir a esta agressão que vai ter um efeito devastador do ponto de vista social ainda mais forte que o temporal de 20 de Fevereiro”.

Por sua vez, “queremos propor que na Região se desenvolvam ações a partir do concreto da vida das pessoas. Quando está em causa o aumento dos transportes públicos, a imposição de taxas moderadoras de acesso à saúde e o ataque a direitos fundamentais dos cidadãos as pessoas têm que se defender”, reiterou Edgar Silva.

Paralelamente, os comunistas estão a realizar, até ao dia 16 de Janeiro, uma petição que visa recolher assinaturas. O referido documento, que protesta contra o programa de ajustamento financeiro para a Região, posteriormente irá ser entregue ao presidente da República, ao presidente da Assembleia da República e ao presidente da Assembleia Legislativa da Madeira.

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