2011 com 19 acidentes mortais

Em 2011 ocorreram dezanove mortes nas estradas da Madeira, o que significa que houve mais uma morte em relação a 2010.

As referidas mortes começaram logo no mês de Janeiro de 2011, sendo que só no mês de Dezembro ocorreram três acidentes mortais. “Houve um morto por cada acidente. Já houve anos passados em que os acidentes causaram mais de um morto por veículo”, frisou o comissário da PSP Adelino Pimenta.

As dezanove mortes verificadas nas estradas da Região resultaram de cinco atropelamentos, quatro choques entre veículos e dez despistes. “Como se pode facilmente concluir, os dez despistes mortais deveram-se ao excesso de velocidade ou então à velocidade imprópria e mal regulada para determinadas circunstâncias”, apontou Adelino Pimenta.

Aquele responsável acrescentou, ainda, que dos dezanove acidentes mortais dez aconteceram com motociclos. “As motas protegem muito menos o condutor, o qual em termos de acidente fica mais exposto. O motociclo não protege, não tem habitáculo nem tem ‘airbags’”, sublinhou.

Contrariamente ao que se possa pensar, Adelino Pimenta esclarece que a taxa de álcool nas estradas não é assim tão alta. “Às vezes dá-se a ideia de que tudo o que acontece é devido ao álcool, não é assim. A nossa taxa de álcool anda à volta dos 4 a 5% nos acidentes. A maior parte dos acidentes acontece devido ao excesso de velocidade”, reiterou.

O comissário da PSP denunciou, igualmente, que continua a haver muitos condutores que fogem do local do acidente. “Só esta semana, num universo de 53 acidentes, tivemos sete fugas dos locais dos acidentes. Na semana anterior, num universo de 60 acidentes, tivemos nove fugas”, indicou.

Porém, Adelino Pimenta alerta que os condutores que fogem, mais tarde ou mais cedo, são apanhados. “Basta saber a matrícula do veículo para sabermos quem é o condutor. A fuga não compensa, sendo que o condutor infrator fica sujeito a uma penalização de 500 a 2500 euros e uma inibição de conduzir que pode ir desde os três meses aos três anos. Porém, se houver feridos há um crime (abandono de sinistrados), o qual dá prisão até um ano ou multa até 120 dias”, concluiu.

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