A espremedora e o aperto

A situação actual da Região Autónoma da Madeira é mais grave do que possa parecer. No entanto, parece-me claro que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a esteja a exagerar, mormente para proveito da crispação que teve (e continua a ter) com o presidente Alberto João Jardim.
O ciclo da governação da RAM não se renovou nos últimos anos. Por variadíssimas razões que não caberá aqui lustrar. No entanto, há uma causa esclarecedora e por demais evidente: que se baseia no princípio da continuidade das ideias e dos valores que possam encarnar o chamado “jardinismo”.
A governação assente numa visão unilateralista iria, a seu tempo, proporcionar discrepâncias.
 Actualmente estamos na fase da “espremedura”. Seguir-se-á o inevitável aperto, com o agravante de termos um primeiro-ministro que em vez de defender o país no seu todo (incluindo as regiões autónomas) esteja, quase constantemente, a injectar o pessimismo e a visão catastrofista da “nação” real.
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