CDU denuncia atrasos graves na reconstrução.

Dírio Ramos alerta que a segurança das pessoas e dos bens poderá estar em causa.

Os comunistas denunciaram hoje, em conferência de imprensa, que existem atrasos graves na reconstrução relacionada com o 20 de fevereiro de 2010, que põe em risco a segurança das pessoas e bens.

De acordo com Dírio Ramos foram realizadas intervenções nas zonas das ribeiras e em algumas escarpas, havendo alguns locais intermédios onde “não houve correções e cujos problemas ainda se encontram por solucionar”.

O vereador da CDU deu como exemplo a zona do Poço Rodrigo, sita na Freguesia do Monte. “Aquela escarpa ali em cima está em risco. Aqui no lado de cima temos a correção do ribeiro, mas a jusante temos o ribeiro interrompido, situação que coloca as pessoas numa situação de risco”, advertiu.

Para além daquela zona, Dírio Ramos apontou também que a Estrada Luso-Brasileira, o Caminho do Moinho, os Três Paus e Estrela são outras zonas que ainda necessitam de intervenção.

Aquele responsável frisou, ainda, que as intervenções a nível hidráulico são da responsabilidade do Governo Regional. “A Câmara Municipal do Funchal (CMF) pagou a realização de estudos de análise de riscos relativos às freguesias do Monte, São Roque e Santo António. Apesar da autarquia ter enviado os resultados desses estudos ao governo, a problemática acerca da segurança e da correção das linhas de água mantém-se por resolver no essencial”, afirmou.

O dirigente comunista considera, assim, que existe uma descoordenação entre o Governo Regional e a autarquia funchalense. “O plano operacional de segurança municipal é da responsabilidade da CMF, mas verifica-se que existe uma descoordenação entre a câmara e o governo, pois não põem em prática a resolução desses problemas”, observou.

Desta forma, na próxima reunião da CMF a CDU vai agendar um ponto relacionado com a problemática do 20 de fevereiro de 2010. “Esta problemática tem de ser pensada e nós vamos agendar para a próxima semana uma reflexão sobre todas estas situações de risco”, concluiu Dírio Ramos.

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