Jardim diz que é capaz de tudo para manter a Zona Franca

O presidente do governo diz que a Região foi “alvo de um crime económico” cujo o objetivo é destruir a Zona Franca da Madeira.

O presidente do Governo Regional Alberto João Jardim afirmou esta tarde, durante a inauguração do Centro de Centro de Logística do Grupo Sousa que vai fazer de tudo para manter o Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM). “Nós Governo Regional não desistimos da Zona Franca e somos capazes de tudo para manter a conquista dessa Zona Franca”, assegurou o governante, alegando que a Madeira “foi objeto de um crime económico que a lei penal sanciona. A destruição de um vetor fundamental para a economia do país e decisivo para a sobrevivência da Madeira constitui um crime para o qual a tempo se chamou a atenção”, esclareceu. Jardim defendeu na ocasião que a Região está a ser usada na questão do CINM e que não entende o porque das “trapalhadas do retângulo”. Já, a margem da inauguração disse que o Tribunal Constitucional não pode ser eleito por partidos.

“Eu continua a posição que tenho desde o primeiro dia e que também é a posição da Associação dos Juízes, o Tribunal Constitucional deve ser formado por juízes conselheiros, magistrados de carreira e por professores catedráticos de direito, isto é que é um Tribunal Constitucional, não é eleito pelos partidos na Assembleia da República”, defendeu.

Sobre o Centro de Logística do Grupo Sousa de destacar que se trata de um novo Terminal de Logística Portuária que consiste num centro de operações logísticas para receção, armazenamento e expedição de produtos. A infraestrutura tem 5600 metros quadrados onde estão localizados 17 cais de carga e descarga desnivelada, escritórios e estacionamento para viaturas pesadas, comerciais e ligeiras e veio criar 25 novos postos de trabalho.“Temos uma plataforma logística que vai permitir reduzir o custo de transporte e que estará ao serviço das empresas da Madeira com valências importantes para o circuito logístico do abastecimento da Região. A plataforma é feita integralmente pelo sistema informático que gere também a relação com os clientes, o transporte marítimo, a frota de distribuição terrestre e o picking de forma integrada e automatizada”, explicou Luís Miguel de Sousa.

Este foi um investimento global de cerca de 9 milhões de euros, onde se inclui o terreno, que contou com apoio de um milhão de euros do Instituto de Desenvolvimento Empresarial da Madeira.

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