Inverter o rumo

A vida não está fácil. Mas uma coisa é certa: não sairemos das dificuldades com fugas à realidade, nem com floreados retóricos, nem com voluntarismos irresponsáveis.

Retrospectivamente podemos pensar: como foi possível chegarmos a esta situação? Porque não invertemos o rumo quando ainda era possível fazê-lo com menos traumas e menos sofrimento? Como pôde, um País tão antigo, acumular tantos erros e tanta megalomania?

Mas agora há que olhar para a frente e optar por escolhas consequentes e sólidas para enfrentar os graves problemas do presente.

Olhemos para o orçamento de Estado para 2012: 79.557, 2 milhões de euros. Receita Total: 72.000,2 milhões de Euros. Défice: 7.557 milhões de Euros. Despesa Total: 79.557,2 milhões de Euros. Gastamos muito mais do que produzimos. Acumulamos défices sistemáticos: As receitas não chegam para as despesas.

Há que corrigir o rumo. Há que inverter este Estado de coisas, ou seja, há que evitar o colapso do País.

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”]

[fbshare type=”button”]

 

 

Pin It on Pinterest