Tempero de funcho

O exercício de cargos políticos exige discernimento, raciocínio e responsabilidade.

Nos últimos tempos tenho assistido a “joguetes folclorização” ensaiados na “corte” da capital.

Consta que alguns autarcas de Santa Cruz ficaram altamente enervados pela forma educada, institucional e responsável de concertação entre Gaula e a sede do Município de Santa Cruz.

O que depreendo desse episódio, encomendado pelos agentes descontentes do presidente José Alberto Gonçalves revela-se na pressão que um órgão executivo sem maioria sofre no serviço aos cidadãos.

A classe política precisa, a breve prazo, de renovação de ideais e de formação.

Veja-se, mesmo no seio  dos escalões juvenis “jotinhas”, a “escola” que se está a ministrar.

 

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