David e Golias…

No período eleitoral anterior tive a oportunidade de reflectir, com um texto semi-idêntico, um ensejo pela saga de “David e Golias”.
Acho pertinente recuperar alguns conteúdos.
Há, entre outras, uma coisa que ainda nos resta nesta terra por vezes acrítica e sufocadora: o direito à opinião. Na maioria das vezes, esse direito é combatido e assistido por forças maioritárias como um desagradável delito ou quase-crime de “lesa-região”.
Questiono: quando somos nós próprios a pensar e a agir em democracia, não seremos um valioso contributo para um mundo melhor?
A ausência de maiorias absolutas é um factor de diálogo e de respeito pelos outros, e esses valores têm faltado nos últimos anos.
É tempo de repensar os mecanismos de intervenção cívica.
Relembro que, em 2009, o grupo de cidadãos eleitores JPP – pequeno, mas organizado – retirou a maioria vigente à câmara municipal de Santa Cruz. O suposto “Golias” em dimensão foi habilmente atingido pela pequena pedra, atirada pela força popular.
A força – seja ela emocional ou energética – está indubitavelmente em nós.
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