CDS traça plano para 4 anos de trabalho intenso

Populares estão preparados para quatro anos de trabalho intenso. Rodrigues critica governação do PSD/M.

Estão a decorrer, em Santana, as I Jornadas Parlamentares do CDS-PP. “Estas jornadas parlamentares acontecem num momento crucial para a vida da Madeira. Considero que a Madeira está numa encruzilhada e há que fazer opções políticas, opções financeiras e opções económicas”, disse o líder regional dos populares.

José Manuel Rodrigues aproveitou a sessão de abertura destas jornadas, as primeiras da nova legislatura, para agradecer a confiança do eleitorado madeirense. Porque sendo a maior força política da oposição, o CDS tem agora novas formas de fazer valer as suas propostas.

No discurso, o Orçamento do Estado para 2012, apesar de conter duras medidas para as famílias e as empresas, foi considerado imprescindível para ultrapassar a atual situação sócio-económica.

“É verdade que este orçamento não salvaguardou algumas áreas que interessavam à região, como por exemplo o Centro Internacional de Negócios, mas quero garantir que só votei a favor do Orçamento de Estado, porque há o compromisso do Governo da República de, em breve, retomar as negociações com a Comissão Europeia para um regime fiscal mais favorável”.

Rodrigues não se escusou a deixar críticas ao Governo Regional do PSD, pelo facto de não esclarecer a população sobre as medidas de austeridade a implementar, no âmbito do plano de resgate.

“O plano de resgate não pode ser apenas mais uma injeção de capital nos cofres da região (…), este plano tem de conter um programa de recuperação, fazendo do turismo e do CINM as alavancas do crescimento”.

Ainda assim, a Região Autónoma da Madeira vai, inevitavelmente, sofrer uma recessão. E, neste contexto, o líder do CDS-PP deixou algumas propostas para o crescimento económico, nomeadamente: um plano de redução da despesa pública corrente; novas receitas para o orçamento regional; e um programa de recuperação dos sectores produtivos.

Estas Jornadas contam ainda com outras intervenções, entre as quais: Manuel Pita, presidente da Associação de Profissionais do Centro Internacional de Negócios da Madeira, Élvio Jesus, presidente da delegação da Ordem dos Enfermeiros, e Pedro Telhado Pereira, antigo reitor da Universidade da Madeira.

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