PS exige documento que não comprometa a Madeira

Está a decorrer, no CS Madeira, o XV Congresso Regional do Partido Socialista.

O XV Congresso Regional do Partido Socialista da Madeira decorre hoje e amanhã, no Hotel CS Madeira. Hoje, à margem da abertura do congresso, Victor Freitas explicou que trata-se da afirmação do Partido Socialista numa conjuntura difícil para todos os madeirenses e portossantenses.

“Está em cima da mesa um plano de auxílio à Região Autónoma da Madeira. Um plano que o Partido Socialista, por diversas vezes, afirmou que é inexequível”, adiantou, deixando também alguns alertas, seja para aqueles que estão na mesa das negociações, seja para o Presidente da República.

A população conhece apenas “carta de intenções”, apresentada no final de Dezembro, mas desde então não conhece mais nada. Um secretismo “lamentável” que é estendido igualmente aos restantes partidos na Assembleia Legislativa da Madeira.

“Sabemos que a carta de intenções mata a nossa economia regional e destrói a qualidade de vida das famílias”. E como tal, mais do que nunca, era importante que os governantes clarificassem a situação.

Victor Freitas sublinhou que as divergências entre os governos não podem comprometer o futuro dos madeirenses. Por isso, sabendo as intenções de assinar o acordo na próxima segunda-feira, considerou que “é melhor perder três ou quatro dias e assinar um documento que não comprometa a Madeira”.

De acrescentar que o atual líder dos socialistas obteve uma vitória expressiva, cerca de 80% dos votos, face ao seu concorrente direto, Francisco Dias. Hoje ainda discute-se duas moções de estratégia global: “Ciclo de Mudança” e “Romper com o passado, Preparar o futuro”.

Amanhã, para além da proclamação dos resultados da eleição dos órgãos regionais, terá lugar a sessão de encerramento, com a presença do secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro.

“Espero, da parte do secretário-geral, solidariedade, não tanto com o Partido Socialista, mas em especial com os madeirenses e os portossantenses, que se encontram numa fase muito difícil da história”, concluiu Victor Freitas.

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