Jerónimo de Sousa diz que o destino da Região já está traçado

O líder comunista considera que Alberto João Jardim está “fingir” que resiste ao plano de resgate financeiro mas já sabe que vai assiná-lo.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considera que o adiamento da assinatura do plano de resgate financeiro à Madeira é “fictício” e tem por objetivo criar a ideia de que “Jardim resiste e disfarçar a sua rendição sem condições”.

O líder comunista que visitou hoje a Madeira, em jornada de trabalho, mostrou-se preocupado com o futuro dos madeirenses, pois na sua opinião Jardim vai aceitar os sacrifícios impostos pela República.

“Alberto João Jardim neste processo anda a fingir que defende a Madeira desdizendo tudo o que tinha”, relembrou criticando também a posição do PS e CDS, “a posição do PS e do CDS no seu exercício de pé cá, pé lá, estes partidos estão com o pacto de agressão porque o subscreverem e com as medidas que dele decorrem e agora no plano regional fazem o seu questionamento”, denunciou.

Jerónimo referiu ainda que este acordo é muito penalizador para a Madeira. O líder nacional PCP defende para a Região a adoção de um verdadeiro programa de reequilíbrio financeiro, que preveja “prazos e ritmos de consolidação compatíveis com o crescimento económico” e que assegure a recuperação dos rendimentos dos trabalhadores e do povo.

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