CDS acusa GR de inverter prioridades

Os centristas criticam encerramento de urgências nos centros de saúde.

As verbas, anuais, que o Governo Regional aplica no Jornal da Madeira se fossem transferidas para a saúde impediam que o executivo encerra-se as urgências noturnas dos centros de saúde do Porto Moniz, Santana e Ribeira Brava. É esta a conclusão que chegou o grupo parlamentar do CDS/Madeira que hoje esteve no Porto Moniz em contactos com a população.

O deputado Mário Pereira mostrou-se muito preocupado com o rumo que o sector da saúde está a seguir na Região e acusou o governo de errar nas prioridades.

“Se o GR transferi-se as verbas que, neste momento, desperdiça com o JM para a área da saúde teria recursos suficientes para não encerrar as urgências noturnas de três centros de saúde”, garantiu o deputado centrista.

Os democratas-cristãos vê com muita preocupação o agravamento das condições de vida da população da Madeira nos próximos anos e também o agravamento da situação económica de várias empresas regionais.

“É agora muito claro ao ler o programa assinado esta semana pelo executivo regional que o governo não pretende pagar a todos os fornecedores, e as contas são muito simples o GR tem uma dívida de três mil e quinhentos milhões de euros mas só negociou um acordo para o pagamento de 1500 milhões de euros”, alertou, considerando que o governo de Alberto João Jardim“não vai pagar os restantes dois mil milhões de euros às empresas e estas vão ser confrontadas com a falência e os trabalhadores vão para o desemprego sem terem culpa nenhuma do desvario das contas públicas na Região”, observou.

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