De quem é a culpa…

Foi, finalmente, assinado o plano de assistência financeira.

Os madeirenses sentirão na pele o peso de uma certa irresponsabilidade com muitos anos de vícios.

Parece-me que a real noção do “peso” fiscal só será sentida pelos cidadãos menos conscienciosos e atentos quando a factura indicar um preço mais alto comparativamente com o dos portugueses do Continente e Açores.

Não será correcto indicar, para já, um culpado quase omnipresente.

Durante anos, vivemos numa aparente ilusão de óptica com lentes desfocadas da realidade exequível. Gastar, sem uma política de sustentabilidade, acabaria por criar desfasamentos incomportáveis perante a realidade financeira actual.

Embora tenhamos usufruído dos projectos infra-estruturais de crescimento assinalados na Madeira nos últimos anos, reconheço que se verificaram falhas de planeamento, com estórias e ajustes muito acima da média.

Mas também é certo que a visibilidade que se deu à dívida da Madeira, em valores inferiores  a alguns institutos públicos do “Reino”, é o resultado da animosidade que certas personagens do rectângulo têm no relacionamneto com a Madeira.

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