‘Mercado de Usados’ fomenta negócios

Os participantes defendem que o evento é uma boa forma de se obter contactos para futuras vendas.

Terminou hoje, no Madeira Tecnopolo, mais uma edição do Mercado de Usados. A iniciativa, promovida pela ACIF-CCIM, tem por objetivo a comercialização de viaturas usadas, com a finalidade de diminuir os stocks das empresas, sejam concessionários automóveis ou multimarcas.

No seu total, estiveram em exposição mais de 200 viaturas de diversas marcas e com preços à medida de cada bolso.

Em jeito de balanço, Cláudio Barcelos referiu ao Cidade Net que esta edição “foi das melhores”, uma vez que efetuou vários contactos com potenciais clientes e concretizou mesmo algumas vendas.

“Já temos vendas sinalizadas e negócios praticamente fechados. Em princípio o saldo é mais positivo em relação à última feira que participamos”, apontou o sócio-gerente da Carxop.

Em relação ao tipo de automóveis, Cláudio Barcelos salientou que os clientes procuram todo o tipo de modelos. “Ainda aparecem pessoas a comprar viaturas de gama alta, gama média e carros a um preço mais em conta. Há de tudo um pouco”, observou.

Num stand mais ao lado, Dinarte Fernandes queixou-se que esta edição do Mercado de Usados não foi das melhores em comparação com eventos anteriores. “Já tivemos melhores feiras. Sentimos que, se calhar devido à conjuntura atual, menos pessoas visitaram o certame”, frisou.

No entanto, o sócio-gerente da Fundoacar transmitiu que mesmo assim conseguiu concretizar algumas vendas. “A nível de contactos fizemos muitos. Aliás as feiras, para além das vendas, também servem para futuras oportunidades de negócio”, indicou.

Partilhando da mesma opinião, Alex Rodrigues defende que ainda se justifica participar neste tipo de eventos, salientando que é uma boa forma de se escoar os stock devido aos preços praticados.

Em termos de procura, o promotor de vendas da Peugeot refere que os clientes têm procurado por veículos mais baratos. “O negócio está um pouco fraco, mas temos conseguido alguns contactos que talvez se reflitam em vendas ainda antes de Abril, altura em que a taxa de IVA aumenta”, indicou.

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