Jardim não faz cedências na união do partido

Jardim quer contar, como sempre contou, com o apoio dos jovens da JSD/Madeira.

Polémicas à parte, Alberto João Jardim diz que vai contar, como sempre contou, com o apoio da JSD/Madeira.

Na sessão de encerramento do XIX Congresso Regional da JSD/Madeira, o líder dos sociais-democratas revelou mesmo que “boa parte da vitória” nas últimas eleições regionais ficou a dever-se à “mobilização dos jovens”.

Depois, num discurso já habitual, falou da importância da pessoa humana e das obrigações que temos para com a sociedade, da imposição dos interesses capitalistas, da afirmação da autonomia política, dos constrangimentos impostos pelo Governo da República à Madeira e dos fracassos do sistema constitucional.

Alberto João Jardim reiterou que a Região Autónoma da Madeira tem condições para ser “a Singapura do Atlântico”, desde que esse desenvolvimento não seja impedido por “pessoas sem escrúpulos”. E, neste contexto, criticou aqueles que “antes de servir o seu partido, que antes de servir o povo”, servem os interesses de privados.

O Plano de Ajustamento Financeiro também voltou à baila, mas as culpas foram novamente apontadas aos governos da república portuguesa, que nunca contribuíram com as verbas que eram devidas à Madeira. Cerca de 9 mil milhões de euros que davam, perfeitamente, para equilibrar as contas regionais.

O líder regional não quis terminar sem antes criticar os partidos da oposição. Partidos aos quais o PSD “não faz a vontadinha” e com os quais não tenciona fazer qualquer coligação. “O caminho é o da bipolarização e aqui não há cedências”.

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