MPT defende estudo sobre catástrofes

O objetivo é encontrar-se meios que possam minimizar ao máximo a perda de vidas humanas e bens.

O MPT considera que, passado o período dos grandes incêndios, “deveriam ser criadas condições de serenidade e de responsabilidade” no sentido de se elaborar um estudo sobre os aspetos que funcionaram mal, tendo em vista a criar-se meios de prevenção e de combate a catástrofes. “O objetivo é encontrar-se meios que possam minimizar ao máximo a perda de vidas humanas e de destruição do património”, explicou João Isidoro, esta manhã em conferência de imprensa.

Porém, o dirigente do MPT defende que o referido estudo não deve ser realizado pelo Governo Regional, nem pela classe política, mas sim por técnicos, bombeiros, universidade e especialistas na matéria.

João Isidoro entende, ainda, que é necessário a realização de campanhas de prevenção, as quais devem envolver os proprietários de casas e de terrenos. “A ideia é chamar a atenção para a importância da limpeza dos terrenos como forma de prevenção dos incêndios”, sublinhou.

“É também preciso que haja uma boa articulação entre o Governo Regional e as autarquias, no sentido de serem disponibilizados meios de transporte para se deslocar os resíduos provenientes das limpezas para a Meia Serra”, complementou o dirigente do MPT.

João Isidoro apela ainda ao Governo Regional e às câmaras “para valorizarem, de uma vez por todas, a profissão, as carreiras profissionais e os salários dos bombeiros”, tendo em vista que os soldados da paz façam um trabalho de prevenção de fogos durante todo o ano.

“Também é fundamental que o Governo da República e a Região disponibilizem o mais rápido possível os meios necessários para que as pessoas mais atingidas pelos incêndios possam recuperar as suas casas, os seus terrenos agrícolas e, assim, recomeçarem a sua vida”, concluiu o líder do MPT.

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