PTP defende plantação de árvores de fruto

O partido considera que o ‘rastilho’ para os incêndios começou quando se plantaram, há cerca de 100 anos, as primeiras espécies exóticas, designadamente o pinheiro.

“A razão de se  ter plantado estas espécies foi que na altura havia falta de lenha. Atualmente, já ninguém necessita de lenha, pois já existe gás e eletricidade nas casas. Portanto, o pinheiro, a acácia e o eucalipto deixaram de ter valor comercial”, apontou Luís Rocha, hoje em conferência de imprensa.

Desta forma, o deputado do PTP defende que as referidas espécies devem ser parcialmente substituídas por árvores de fruto, nomeadamente nos locais que foram lavrados pelos incêndios. “Temos boas condições climatéricas para produzir árvores de fruto de clima tropical e subtropical (anona, pera abacate e a goiaba), bem como as espécies de clima temperado (castanheiro, nogueira e a cerejeira, etc.)”, frisou, acrescentando que estas espécies têm grande valor comercial.

Luís Rocha considera, ainda, que na ilha da Madeira deveriam ser implementadas todas as regras da agricultura biológica. “Com estas regras poderíamos muito bem ter gado nas serras, devidamente intercalado com árvores de fruto. Teria era que haver uma vigilância da parte dos pastores para controlarem o gado”, observou.

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”] [fbshare type=”button”] [twitter style=”vertical” float=”left”]

Pin It on Pinterest