Capacidade de financiamento da Economia portuguesa diminuiu

No 1º trimestre de 2014, o Rendimento Nacional Bruto e o PIB nominal cresceram 0,2% e 0,3%, respetivamente.

eurosDe acordo com o Instituto Nacional de Estatística, no 1º trimestre de 2014, o Rendimento Nacional Bruto e o PIB nominal cresceram 0,2% e 0,3%, respetivamente. A Poupança corrente da economia aumentou, fixando-se em 15,8% do PIB, em resultado do aumento de 0,4% do Rendimento Disponível Bruto da Nação, enquanto o consumo final aumentou 0,3%.

No 1º trimestre de 2014, a capacidade de financiamento da economia portuguesa diminuiu para 1,7% do PIB (1,9% do PIB no ano terminado no 4º trimestre de 2013), com o aumento da Formação Bruta de Capital (variação de 2,5%) a mais que compensar a melhoria da poupança corrente.

A taxa de poupança das Famílias manteve a tendência descendente, fixando-se em 11,9%, devido sobretudo ao aumento da despesa de consumo final. A capacidade de financiamento das Famílias diminuiu, atingindo 6,1% do PIB no 1º trimestre de 2014 (6,8% no trimestre precedente). Os saldos das Sociedades Não Financeiras e das Sociedades Financeiras fixaram-se respetivamente em -2,4% e 2,0% do PIB no 1º trimestre de 2014 (-2,2% e 2,3% no trimestre anterior, pela mesma ordem).

A necessidade de financiamento das Administrações Públicas diminuiu, passando de 5,0% no 4º trimestre de 2013 para 4,0% do PIB. Para esta evolução contribuiu principalmente a diminuição das despesas com transferências de capital e, em menor grau, a diminuição das despesas com pessoal.

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