CISAC reúne pela primeira vez em Portugal

A Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (CISAC) foi recebida na Câmara de Lisboa.

Projetando Lisboa aos congressistas, como “uma cidade aberta, cosmopolita, e tolerante”, Fernando Medina vê na Cultura um veículo essencial para a integração das cerca de 130 nacionalidades que aqui convivem. Lisboa quer que as pessoas se sintam bem aqui, porque, acautelou, “a primeira vítima da intolerância é o próprio futuro”.

Lisboa é, em 2017, Capital Ibero-americana da Cultura, de “um universo tão diversificado em termos de geografia, clima, cidadãos, línguas, economias, tradições, práticas culturais, linguagens artísticas, imaginários, legados culturais, criadores e que, no conjunto de todas as cidades, reúne mais de 120 milhões de pessoas”.

Para José Jorge Letria, apoiante do que a câmara faz pela vida cultural da cidade, “Lisboa trabalha bem pela cidade, pelo país, pelas pessoas”. A cidade, salientou, vai ser por estes dias, capital mundial dos direitos de autor.

Esta é a primeira vez que a CISAC – organização que “representa mais de 4 milhões de autores em todo o mundo” – se reúne em Portugal, com a participação de autores de áreas como a música, o cinema, a literatura, entre outras.

De acordo com dados estimados pela CISAC, “mais de 7 milhões de pessoas trabalham atualmente nos setores culturais e nas indústrias criativas da Europa”, o que, entendem os autores, “dá a justa medida da relevância da vida cultural e artística para o desenvolvimento económico do continente e para a sua desejável sustentabilidade em contexto de crise”.

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