PND acusa CNE de nada fazer

O dirigente do PND, Eduardo Welsh, acusou hoje a CNE de “nada fazer para travar os inúmeros actos de violação da lei eleitoral”

levados a cabo por Alberto João Jardim durante as inaugurações e actos públicos.

O Partido da Nova Democracia (PND) voltou hoje a abordar, em conferência de imprensa, “os inúmeros actos de violação da lei eleitoral”, por parte de Alberto João Jardim, durante as inaugurações e actos públicos.

Na ocasião, Eduardo Welsh acusou a Comissão Nacional de Eleições (CNE) de “nada fazer”, apontando que a mesma tinha recebido “atempadamente” queixas dos diversos partidos da oposição. “Quando a CNE veio à Madeira, ainda antes das eleições de 9 de Outubro, prometeu que iria estar atenta a esta situação de ‘batota eleitoral’, mas, no entanto, não tomou nenhuma medida cautelar para evitar que isso acontecesse”, protestou, acrescentando que após as eleições a CNE “ainda não deu notícias”.

Desta forma, o dirigente do PND considera muito “estranho o silêncio” da CNE. “Esperamos que a CNE se venha pronunciar num tempo rápido e que não esqueça estas queixas, como tem feito no passado”, frisou.

Eduardo Welsh entende, também, que o Representante da República para a Madeira deve exigir que a CNE “se pronuncie atempadamente” sobre as queixas recebidas contra a “batota eleitoral” de Jardim.

Welsh referiu, igualmente, que o PND apresentou duas queixas por escrito à CNE, adiantando que o partido irá apresentar uma nova queixa referente ao último período da campanha eleitoral, “altura em que as violações à lei eleitoral ainda foram piores”. J.T.

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