Dinheiro escasseia nas associações de solidariedade

Sem dinheiro, as associações de solidariedade temem não dar resposta aos pedidos de ajuda.

Muitas associações de solidariedade social da Região Autónoma da Madeira estão a braços com a escassez de verbas.

A ADECOM – Associação de Desenvolvimento Comunitário do Monte observa que «os cofres ainda não estão a zero», mas que o cenário futuro, com todos os cortes anunciados pelos governos regional e da república, não é tranquilizador.

«Temos verbas apenas para as situações prioritárias. Nos próximos tempos, tal como vem sendo hábito, vamos investir sobretudo na vertente sócio-cultural. O objetivo é levar as famílias a serem, elas próprias, capazes de arranjar e de desenvolver novos projetos de vida».

Gabriela Fernandes, responsável pela associação, acrescenta ainda que é preciso acabar com os vícios da subsídio dependência, muitos deles criados pelas próprias associações e entidades regionais. Os madeirenses, as famílias mais carenciadas, têm de entender que a mudança não compete apenas ao Governo.

A esta associação, bem como à ASA – Associação de Desenvolvimento de Santo António, têm valido os apoios comunitários a que se podem candidatar. «São sempre uma janela de esperança para muitos bons projetos que, de outro modo, não se poderiam concretizar».

Estas associações assumem um papel fundamental junto das famílias residentes no concelho do Funchal. E, no passado 20 de Fevereiro de 2010, foram elas que acudiram às primeiras vítimas do temporal.

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