Taxas de ocupação semelhantes a 2010

As taxas de ocupação hoteleira são semelhantes ao Natal e fim-de-ano de 2010.

A secretária regional da Cultura, Turismo e Transportes, Conceição Estudante, garantiu há pouco durante a visita oficial aos projectos de animação natalícia na baixa citadina, na Avenida Arriaga e no Jardim Municipal que as taxas de ocupação para o Natal e para o fim-do-ano são, neste momento, idênticas às do ano passado, ou seja, 55% no Natal e 65% na passagem do ano.

“As taxas de ocupação estão relativamente iguais às do ano passado, o que são números bastante bons, o fim-do-ano está ligeiramente abaixo das ocupações do ano passado”, explicou a governante, adiantando que já foram feitas algumas diligências junto do mercado português, que é o mercado que tem tido maior dificuldade em acompanhar o ritmo dos outros mercados.

Conceição Estudante espera que as referidas diligências surtam efeito e que nas próximas duas semanas as reservas aumentem, sobretudo para a semana do fim-do-ano.

Questionada sobre o facto das festas de Natal terem um custo de cerca de 3 milhões de euros, um valor elevad, para um altura em que se pede redução de gastos, a governante respondeu que o Natal e o fim-do- ano na Madeira são um cartaz turístico e são eventos que não são custos mas investimentos com retorno elevado.

“Se pensarmos que as receitas da hotelaria, na Madeira, rondam os trezentos milhões de euros anuais, isto representa uma pequena parcela do 30% que directa e indirectamente o turismo contribui para o PIB regional, não tenho dúvida que este é um investimento necessário, útil e com retorno”, salientou.

Sobre o cancelamento da greve dos pilotos da TAP para esta semana Conceição Estudante diz que que a decisão foi tomada tardiamente e disse esperar que haja bom senso por parte da TAP para que a greve marcada para os primeiros dias do ano seja cancelada a tempo.

“Faço votos para que em relação à greve do início do ano a ponderação que foi feita ontem se mantenha, mas que se antecipe a decisão porque a fazer-se da mesma maneira não tem efeitos e prejudica-nos a todos”, vincou, lembrando que a Região já ficou prejudicada com a greve que foi suspensa porque além dos que já desistiram de vir neste período, ainda outros poderão não vir porque o retorno não está assegurado, num período em que há um elevado número de visitantes que querem regressar às suas origens”, concluiu.

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