Negociações devem ir até ao limite (VÍDEO)

Miguel Albuquerque considera que é necessário levar as negociações do programa de assistência financeira à Madeira até ao extremo.

O presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF) considera que o Plano de Ajustamento Financeiro deve ser negociado de forma a salvaguardar os interesses da Região e dos madeirenses.

Acho que é importante levar ao extremo essa negociação, no sentido de salvaguardar algumas das componentes fundamentais do interesse da Região. Espero que quando o acordo for assinado tenha uma componente justa para os madeirenses. Isto tem implicações na nossa economia e no nosso tecido social”, afirmou Miguel Albuquerque.

O edil considera também que algumas questões têm de ser ponderadas, dando como exemplo o IVA. “Se puder ser introduzido uma forma de aplicação do IVA gradual, acho que tem todo sentido e é bom, sobretudo, para uma Região que vai passar a ter cerca de 40% do PIB ligado ao turismo”, indicou.

O autarca considera também importante saber se o teto máximo de investimento público, apontado como de 150 milhões de euros, colide com as obras de recuperação resultantes da intempérie de fevereiro de 2010.

Miguel Albuquerque confessou, ainda, que não tem falado com o primeiro-ministro sobre este assunto. “Não falei com ninguém sobre isso. Sou um mero observador passivo e um leitor de jornais”, observou.

As referidas declarações foram proferidas hoje à margem da entrega do Prémio “Património – Recuperação 2010”.

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