“No Silêncio de um Olhar”, o amor em poesia

Romance em poesia, de Catarina Camacho, é lançado a 27 de Janeiro.

Catarina Camacho apresenta, no próximo dia 27 de Janeiro, no Museu Casa da Luz, o seu primeiro romance em poesia.

“No Silêncio de um Olhar”, assim se chama o livro, “foi inspirado numa história de amor, verídica, estando essa pessoa, presente no dia do lançamento. Só ela irá saber que este livro trata da nossa história”, diz a autora.

Além de confissões intimistas, de muitas alegrias e tristezas, o livro tem uma moral que diz que por mais que um relacionamento não dê certo, por mais intenso que ele tenha sido, “há sempre a esperança de encontrar um novo amor”.

A escritora reconhece as limitações do mercado literário na Região Autónoma da Madeira mas, ainda assim, tem boas perspetivas para o lançamento. E, por outro lado, espera que mais pessoas sigam o seu exemplo e arrisquem na escrita.

“Este lançamento é muito importante, não só para mim, mas para todos. Creio que será um sucesso e creio também que levará mais pessoas a escreverem e a partilharem os seus sentimentos com outros, através da publicação”.

Nesta sua incursão, Catarina Camacho destaca igualmente o papel da Editora o Liberal, preponderante no lançamento e promoção do livro, bem como do escritor António Cruz, que foi incansável no apoio prestado, «no concretizar de um sonho».

“No Silêncio de um Olhar” é o primeiro livro, mas outros estão na forja. “Tenho mais um romance em poesia, que já tem tema, mas está a ser preparado, para seguir os trâmites deste primeiro. E tenho dois livros de duetos (trata-se de uma conversa entre duas pessoas em poesia), sobre sentimentos, relações, amor e desespero (…).”

Apesar dos incentivos obtidos para esta publicação, a autora não descura as dificuldades atuais e entende que os governos deveriam apostar mais na vertente cultural. “Porque se dessem mais atenção aos jovens escritores, provavelmente teríamos um país com mais cultura, as pessoas leriam mais e isso ajudaria também a projetar Portugal e a Madeira essencialmente como uma região cultural, feita por pessoas jovens”.

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