SESARAM fora da Loja do Cidadão

Balcão do SESARAM na Loja do Cidadão encerrou ontem. Funcionários tiveram conhecimento no próprio dia.

O balcão do SESARAM na Loja do Cidadão funcionou pela última vez ontem, dia 31 de Janeiro, sem aviso prévio aos funcionários. Segundo o CidadeNet consegui apurar hoje no local, os funcionários só tiveram conhecimento do encerramento ontem à tarde. Os utentes também não foram informados da situação, só quando chegaram hoje ao local depararam-se com o balcão fechado. O CidadeNet falou com o responsável pela Loja do Cidadão da Madeira, Luís Lomelino, para perceber as causas do encerramento do referido serviço.

“Nós recebemos a informação no princípio do mês de Janeiro e ficou do SESARAM confirmar quando é que realmente iam fechar”, declarou Luís Lomelino, acrescentando que a justificação dada pelo SESARAM foi de que devido à falta de pessoal teriam de transferir os funcionários do balcão da loja lá para os serviços do SESARAM.

O responsável da Loja do Cidadão admite que o encerramento foi comunicado em cima da hora e que não houve tempo de dar informação aos utentes.

“Só nos foi confirmado ontem que o balcão ia fechar e o que nós fizemos foi através das nossas hospedeiras informar os utentes, e só hoje confirmamos que iam sair e pusemos lá uma informação”, esclareceu.

Luís Lomelino referiu ainda que a Loja do Cidadão fez o que lhe competiu informou os utentes e retirou do seu diretório o balcão do SESARAM, cabendo agora ao SESARAM dar a informação aos utentes para onde é que se devem deslocar para ter acesso aos serviços que estavam localizados na Loja do Cidadão.

O CidadeNet tentou contactar o presidente do conselho de administração do SESARAM, Miguel Ferreira para saber quais os motivos do encerramento do balcão e também informações sobre onde é que os utentes se devem deslocar agora, se ao hospital ou aos centros de saúde mas, até ao momento, não foi possível estabelecer qualquer contacto.

Segundo alguns depoimentos, o encerramento do balcão poderá estar relacionado com o facto de o SESARAM não conseguir suportar os custos daquele espaço.

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