Governo corrupto

O governo venezuelano privilegia as importações e fecha as indústrias nacionais. Usa recursos fiscais para expropriar meios de comunicação e para comprar armas. Em lugar de atender o défice habitacional e o deterioro hospitalar e escolar. Permite a corrupção financeira, e reduz o orçamento às universidades autónomas, descaradamente aumentando os subsídios às universidades ideológicas bolivarianas. Este governo militar rouba aos opositores e distribui aos seus. Em vez de estimular e somar esforços entre todos divide. Em vez de conciliar, abusa. A Venezuela tem sido governada entre caudilhos e falsos democratas. Que aplicam leis distintas para vencedores e vencidos. O diálogo não faz parte deste executivo. O governo central arbitrariamente está nomeando autoridades paralelas para as regiões cujos governantes fazem parte da oposição. Colocando-os inclusive por encima dessas autoridades eleitas. Este regime unipessoal elimina a participação das maiorias e governa desde o inicio com a mesma matilha de saqueadores do erário público. Essas elites perversas consolidam o poder e justificam as atrocidades políticas, chamando-se socialistas; Hitler, Fidel, Mussolini, Stalin e Chávez, são exemplos disso. Durante a década de Chávez, saíram do País para Espanha umas 200.000 pessoas, entre venezuelanos, emigrantes espanhóis e seus descendentes. Os consulados espanhóis na Venezuela atendem umas 2.000 pessoas todos os dias. Os consulados de Itália e Portugal atendem de 300 a 600 pessoas todos os dias, tentam legalizar diversos documentos para sair do País antes que o governo lhes proíba também a saída. A intenção é provocar uma fuga da classe media ao auto-exilo para governar comodamente com os que ficam no País. Por opção ou por medo aceitando e subjugando-se às regras do regime e sem direito a protesto. Delírios lunáticos que destruem a Pátria em favor dum comunismo fracassado e medíocre combinando letalmente ignorância e soberba. Este é o governo recordista mundial das promessas incumpridas. Antes PDVSA com apenas 38.000 trabalhadores produzia 3 milhões de barris diários de petróleo agora com 98.000 produz apenas 2.5 milhões. Sidor produzia 4.3 milhões de toneladas de aço, depois de nacionalizada produz apenas um milhão de toneladas, e vai a caminho de fechar. 

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