USAM promete lutar até ao fim
A USAM alerta que se o acordo de concertação social se transformar em lei o Pais terá um retrocesso de 20 anos.
A USAM (União de Sindicatos da RAM) promoveu esta manhã, junto ao Mercado dos Trabalhadores, uma acção de contacto com a população no sentido de esclarecer e denunciar as “medidas de exploração” que o Governo da República PSD/CDS celebrou com as associações patronais e a UGT. A referida iniciativa está integrada na jornada de luta nacional convocada pela CGTP/IN para a tarde de hoje.
Em declarações aos jornalistas, o coordenador da USAM, Álvaro Silva, apontou que o acordo de concertação social constitui “o maior atentado” aos direitos dos trabalhadores e “um retrocesso social sem procedentes” nas relações de trabalho em Portugal.
“O que está em causa é um ataque brutal à legislação laboral para favorecer a gula do patronato e do capital e fragilizar, ainda, mais os direitos dos trbalhadores”, denunciou Álvaro Silva.
Porém, o dirigente sindical recorda que o referido acordo ainda não é lei, prometendo que a USAM e a CGTP/IN tudo farão para “derrubar as medidas”.
Álvaro Silva criticou, ainda, o programa de ajustamento financeiro da Madeira referindo que o mesmo “é bastante penalizador” para o povo madeirense, pois encarece os produtos e os bens de primeira necessidade.
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