‘Fantasmas’ da Zona Franca apelam ao bom senso

Vestiram-se de fantasmas para defender a continuidade da Zona Franca da Madeira.

Dezenas de trabalhadores da Zona Franca da Madeira, vestidos a rigor, defenderam hoje a continuidade do Centro Internacional de Negócios da Madeira.

“Os Fantasmas da Zona Franca”, como se intitularam para participar no Cortejo Trapalhão, lamentaram o desacordo entre o Governo Regional e o Governo da República, que levou ao atraso das negociações com Bruxelas.

A perda daquele instrumento financeiro, conforme explicou a porta-voz da iniciativa, vai lançar muitos trabalhadores para o desemprego, bem como agravar as condições de vida das suas famílias.

O Centro Internacional de Negócios da Madeira está, há algum tempo, numa situação de impasse e sujeito à perda de benefícios fiscais. Razão pela qual muitas empresas internacionais já abandonaram aquele espaço.

Os trabalhadores, a grande maioria quadros qualificados, temem que os governantes não tenham o bom senso de responder às necessidades económicas, não apenas da Região Autónoma da Madeira, mas de todo o País.

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