Acordo permite digitalização de documentos históricos

O Arquivo Regional da Madeira assinou esta tarde um protocolo de colaboração com a Family Search Internacional.

A Secretaria Regional da Cultura, Turismo e Transportes (SRCTT), através do Arquivo Regional da Madeira (ARM), assinaram há pouco um acordo de colaboração com a Family Search International, tendo em vista a digitalização de livros de registo paroquial e civil e livros de registo de passaporte.

O objetivo será permitir o acesso on-line ao ARM e aos membros da Family Search e, por sua vez, a conservação dos documentos originais”, explicou a diretora do ARM, Fátima Barros, acrescentando que o trabalho de digitalização deverá demorar cerca de três anos a ser concluído.

Desta forma, através do acordo hoje assinado a SRCTT autoriza a Family Search a digitalizar os seguintes documentos do ARM: registos paroquiais de batismos casamentos e óbitos até 1911 (cerca de 550000 imagens); registos de casamentos de 1911 a 1958 e registos de óbitos de 1911 a 1978 (cerca de 247000 imagens); livros de registo de passaporte de 1768 a 1940 (cerca de 54000 imagens).

Por sua vez, a Family Search assume o compromisso de afetar ao projeto os recursos humanos, materiais e técnicos necessários e disponibilizará ao ARM, sem qualquer custo, uma cópia das imagens digitais, bem como os recursos de pesquisa criados a partir das referidas imagens.

Registe-se que a divulgação on-line das imagens destinadas ao público em geral far-se-á somente a partir do sítio Web do ARM, com exceção dos membros da Family Search.

Recorde-se que a Family Search International já microfilmou, nos anos 70 do século XX, os registos paroquiais da Madeira e do continente português e procede agora à digitalização de semelhante documentação em vários arquivos do país.

Ao presidir à cerimónia de assinatura do protocolo de colaboração, a secretária regional do Turismo destacou que o referido projeto de digitalização assume “grande interesse” para ambas as partes (ARM e Family Search). Conceição Estudante realçou, ainda, que o projeto cumpre a missão da DRAC e do ARM, nomeadamente preservar “a nossa memória e a nossa história”.

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