Santana ‘pioneira’ nas casas de coabitação sénior

As primeiras residências deverão ser inauguradas ainda no decorrer deste ano.

O anúncio foi feito esta tarde pelo presidente da Câmara Municipal de Santana, à margem de uma iniciativa, integrada na XVI Semana de São José, denominada “Brincar de Novo”, a qual juntou utentes dos centros de dia/centros de convívio das casas do povo e dos centros sociais municipais de Santana.

Rui Moisés disse, ainda, que neste momento está a decorrer um levantamento sobre as casas que poderão acolher a coabitação sénior. “Santana vai ser pioneira na implementação deste projecto, o qual partiu de um desafio lançado pelo senhor secretário regional dos Assuntos Sociais, aquando das comemorações do 10º aniversário da  Associação Santana Cidade Solidária”, apontou.

Registe-se que as referidas habitações têm como objectivo fazer com que  o idoso não seja tirado da sua freguesia e, assim, possa continuar a viver próximo dos seus familiares, dos seus vizinhos e dos seus amigos.

O autarca destacou, ainda, que o concelho de Santana tem das melhores redes de apoio à terceira idade em termos de apoio demociliário, o qual resulta de uma parceria entre a Segurança Social e diversas instituições e associações daquele município. Dos vários apoios prestados, destacam-se os serviços de lavandaria e de fornecimento de refeições ao domicílio.

Presente no evento, o secretário regional dos Assuntos Sociais garantiu que, apesar da conjuntura económica, o Governo Regional continuará a desenvolver uma política social baseada na família.

“Quando a família não tiver condições estaremos aqui para ajudar para que elas possam continuar a dar apoio àqueles que são mais frágeis na sociedade, nomeadamente crianças, idosos e portadores de necessidades especiais”, prometeu Jardim Ramos.

O referido apoio será feito em todas as vertentes, havendo um especial empenho para que a pessoa continue a viver na sua residência e próxima dos seus. “Faremos tudo para que a institucionalização seja o último recurso. Em caso de tal não ser possível, estamos a trabalhar para que a instituicionalização seja feita com segurança e com todo o conforto, de forma a dar a maior dignidade possível à pessoa”, concluiu.

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