Inaugurado novo hospital de Angra

O novo hospital tem 216 camas de internamento geral e 25 camas técnicas de internamento especial e dispõe de quartos para pernoita de pais que acompanhem os filhos internados na pediatria.

A nossa unidade de saúde pode ter a funcionar em simultâneo seis salas cirúrgicas, dispõe de ressonância magnética e terá condições para albergar meios de terapêutica de nova geração, como a radioterapia ou a instalação de uma câmara hiperbárica, estando prevista a implementação da medicina nuclear e outros meios, tais como a hemodinâmica ou a angiocardiografia.

Ao presidir, esta tarde, à cerimónia de inauguração do Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira, Carlos César não escondeu a sua satisfação por estar perante o que qualificou de “um dos empreendimentos mais importantes e mais complexos realizados nos últimos anos” no âmbito do sistema de saúde regional.

Realçando o facto de o novo hospital ser pago “solidariamente por todos os açorianos ao longo das próximas três décadas”, manifestou-se convicto de que “será compensador para todos os que a ele recorrerem muito para além desse espaço temporal”, constituindo, por isso, “uma grande obra, feita com o esforço e destinada a servir várias gerações.”

Segundo avançou o Presidente do Governo dos Açores, “o valor atualizado previsto para os encargos futuros plurianuais é, de acordo com o critério de cálculo que o Tribunal de Contas efetuou no continente para as PPP, de 139 milhões de euros, sendo que o orçamento deste ano já inclui o pagamento da renda correspondente, tal como, aliás, da renda do projeto rodoviário de S. Miguel.”

Como fez questão de salientar, “estas duas obras, bem como o pagamento integral de toda a dívida pública, incluindo a das empresas públicas, no mesmo período, representará apenas 3,5% das receitas previstas da Região.”

Recordando que diversas entidades nacionais e internacionais têm reconhecido a boa gestão das finanças públicas açorianas – o que permitiu a realização de obras importantes – disse que “só na visão toldada pelo clima pré-eleitoral é que isso não é justamente destacado pelos que se sentem despeitados por qualquer sucesso que lhes seja estranho.”

“Estamos, portanto, a dar passos seguros, de acordo com os nossos recursos orçamentais disponíveis, de extraordinário alcance para a melhoria, através deste hospital, das capacidades do serviço regional de saúde”, sublinhou o Presidente do Governo.

A transferência do antigo para o novo hospital está a processar-se com normalidade, prevendo-se que em abril esteja, no dizer de Carlos César, “encerrada uma página de serviço público do velho e já ultrapassado hospital, mais de cinquenta anos depois da sua inauguração.”

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